Obs.: Quando forem começar a ler, comecem do prólogo, indo para o capítulo 1, depois para o 2 e assim em diante! ^^

- Sejam bem vindos, meus caros leitores! - Johann dizia em seu tom de voz natural, demonstrando simplicidade e uma certa alegria de ver pessoas compartilhando de seu interesse pela sua história.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

1.

Em algum lugar neste vasto e imenso mundo eu me encontrava... Eu sabia aonde estava, como havia parado ali e tudo mais. Às vezes nos arrempendemos por termos tomado alguma escolha, mas não era aquilo que eu estava sentindo naquele momento, e isto... Era o mais interessante de tudo. O que eu estava sentindo era que tudo aquilo estava certo, e que apesar de me encontrar submerso à uma grande profundidade, acorrentado ao chao, e podendo respirar somente por uma máscara que cobria parte de minha face, eu estava feliz e em paz.

Ao longo de vários e vários ano eu procurei desenvolver as minhas habilidades e salvar a todos que estavam próximos de mim, os progendo, e os defendendo, e só pude me sentir daquele jeito em alguns poucos dias de muitos em que já vivi.

Pode até parecer estranho ou até mesmo maluquisse alguém estar feliz mesmo estando preso à algum local, o que definitivamente eu não estava, afinal quando se fala em estar preso, valem algumas condições, a de você não saber aonde está, ou até mesmo estar contra a sua vontade e não poder sair dali sozinho. E eu não me encaixo em nenhuma destas condições. Então pesso que pense na possibilidade de eu não estar preso aqui, e que procure ver as coisas e os fatos como eu os vejo. Voltando ao assunto inicial deste paragráfo, digo que isto não é estranho.

Quando uma pessoa vive a maior parte de sua vida se preocupando com os outros e acaba por conseguir vivenciar um momento de tranquilidade, onde não existe nada além de você e nada com o que se preocupar, você só consegue sentir duas coisas possíveis, alegria ou arrependimentode estar ali, o que também não é o meu caso.

Para podermos começar eu vou lhes responder à algumas perguntas. Peço que prestem muita atenção, por que não sou de repetir o que falo.

Considere as perguntas de onde, como estou ou até mesmo o por que respondidos. Começaremos então por quem sou... Me chamo Johann Lecter, guardem este nome, por que ainda o escutarão este nome muito. O que eu sou? Isso irá depender de pessoa para pessoa, mas não sou normal e muito menos comum, destes tipos de pessoas que se enontram em qualquer lugar ou ambiente. Pelo contrário, sou único e provavelmente só deve-me encontrar aqui, e se vier a me encontrar em mais algum local, será aonde e como eu desejar. Estas são as perguntas básicas de apresentação. Agora vamos a história:

Eu não sei se você leitor ou ouvinte sabe como é se sentir confuso, quanto ao motivo de não saber quem é, de onde veio, ou quem será. Se você já se sentiu assim, então considere’se privilegiado por saber como me sentia à algum tempo atrás, e foi exatamente assim que a trajetória que me levou a este exato momento se iniciou...

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